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domingo, abril 14, 2024

“Varíola dos macacos” é tema de treinamento promovido pelo Hospital Regional de Pedreiras

Desde a confirmação do primeiro caso de varíola dos macacos (monkeypox), no dia 09 de junho, mais de 1,3 mil pessoas já foram contaminadas no Brasil. A doença, caracterizada pela aparição de bolhas na pele, de forma aguda, ainda não reponde todos os questionamentos da ciência. Contudo, preparar os profissionais da saúde é um dos objetivos do Hospital Regional de Pedreiras, que promoveu, na manhã desta quarta-feira (24), um treinamento, sobre a temática, aberto aos profissionais de saúde da unidade.

Aspectos gerais da doença, identificação, diagnóstico, tratamento e prevenção, foram alguns dos assuntos abordados pelo médico e palestrante do treinamento, Thiago do Nascimento Ribeiro. “É importante que todos os nossos profissionais, daqui do hospital, tenham esse conhecimento, se precavendo, para caso aconteça de surgimento de algum paciente confirmado, aqui no nosso serviço, nós saibamos o que fazer e como proceder”, ressaltou Tiago.

Médico e palestrante do treinamento, Thiago do Nascimento Ribeiro. (Foto: Mayrla Frazão)

Em 11 de agosto, foi confirmado, pela Secretaria Estadual de Saúde, o primeiro caso da doença na capital do Maranhão. De lá para cá, outros casos suspeitos surgiram no estado. De acordo com o Instituto Butantan, “a varíola geralmente é autolimitada, ou seja, pode ser curada com o tempo e sem tratamento, mas pode ser grave em alguns indivíduos, como crianças, mulheres grávidas ou pessoas com imunossupressão devido a outras condições de saúde”, descreveu o instituto.

Em Pedreiras, Maranhão, não há nenhum caso confirmado ou suspeito, mas a capacitação de profissionais, que podem atuar na linha de frente no combate à doença, já começou. De acordo com a enfermeira Alaíne Araújo de Lima, responsável pelo cronograma anual de treinamentos para os profissionais da saúde do hospital regional, foi necessário de encaixar o tema no cronograma. “Houve essa urgência, de realizar esse treinamento o quanto antes, aqui na unidade, de forma a preparar os nossos profissionais pra um futuro, para que estejamos capacitados para lidar com a doença conforme as necessidade forem surgindo”, explicou Alaíne.

Foto: Mayrla Frazão
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Mayrla Frazão
Mayrla Frazãohttps://www.opedreirense.com.br
Jornalista - Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema)
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