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Em paralelo à COP30, desde o dia 12 acontece a Cúpula do Povos, reunindo, na Universidade Federal do Pará, em Belém, movimentos sociais cuja diversidade desagua em uma realidade: um mundo vivendo sob as mudanças climáticas.
Fora da universidade, a cúpula ocupou, com a Marcha Mundial do Clima, as ruas da capital paraense, neste sábado (15), tendo presença das ministras Marina Silva e Sônia Guajajara. Nos cartazes a clareza daquilo que reivindicavam: demarcação das terras indígenas, reforma agrária, substituição de combustíveis fósseis e financiamento climático para uma transição justa… “Chega de soja”, dizia um texto em cartolina, numa clara alusão ao modelo de desenvolvimento proposto pelo agronegócio, apontado como mortal às comunidades tradicionais.
Presente na Marcha, o repórter Joaquim Cantanhêde percorreu o movimento dividido em blocos. Suas imagens ressaltam a pluralidade presente, tanto na COP como na Cúpula, latente nas cores, dialetos, que se encontram na peleja por um mundo com territórios respeitados, comunidade ouvidas e florestas em pé.





























