Ele é conhecido como Paulo Piratta, mas o sobrenome Felizardo soa como profecia. Em seu barco, remou contra as estatísticas mórbidas do câncer. Isso é coisa de Deus, ele canta. Em dado momento teve um recorte de sua vida exposto com desumanidade e julgamento, ainda sim segue e é na condição de livro aberto que o jornal O Pedreirense o entrevista. Confira!
Na segunda parte de nossa prosa com Paulo Piratta, o indagamos sobre as lições deixadas por um episódio que o envolveu, marcado por exposição e julgamento, que são também violências. O indagamos sobre a possibilidade de pregar o evangelho sem impor e claro, não deixamos de fazer a clássica pergunta: com quantos paus se faz uma canoa? Assista!






