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segunda-feira, dezembro 15, 2025

Josimar Maranhãozinho, um líder no diminutivo que não é exemplo

Nos átrios da Justiça


Réus, os deputados maranhenses Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE), acusados de organização criminosa e corrupção passiva, tiveram a condenação pedida, ao Supremo Tribunal Federal, pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

“De acordo com a denúncia recebida pelo STF, o grupo teria solicitado R$ 1,66 milhão em propina ao então prefeito de São José de Ribamar (MA) como contrapartida pela destinação de R$ 6,67 milhões em emendas de saúde ao município”, destaca o portal G1.

Segundo a PGR, Maranhãozinho era quem liderava o grupo e definia os rumos das emendas parlamentares indicadas por ele. A PGR diz também que “as provas reunidas […] corroboram a acusação de que os réus constituíram organização criminosa voltada à destinação de emendas parlamentares para municípios em troca de propina”.

Não há dúvidas, para o MP, de que Maranhãozinho liderava uma “organização criminosa, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas”.

Os parlamentares se tornaram réus em março, em decisão unanime dos ministros da Primeira Tuma do STF. Diante do pedido da PGR, a ação penal segue para a etapa de instrução, havendo coleta de depoimentos testemunhais e interrogatórios, antecedendo o julgamento do mérito.

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Joaquim Cantanhêde
Joaquim Cantanhêdehttp://www.opedreirense.com.br
Jornalista formado pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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