Nos átrios da Justiça
Réus, os deputados maranhenses Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE), acusados de organização criminosa e corrupção passiva, tiveram a condenação pedida, ao Supremo Tribunal Federal, pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“De acordo com a denúncia recebida pelo STF, o grupo teria solicitado R$ 1,66 milhão em propina ao então prefeito de São José de Ribamar (MA) como contrapartida pela destinação de R$ 6,67 milhões em emendas de saúde ao município”, destaca o portal G1.
Segundo a PGR, Maranhãozinho era quem liderava o grupo e definia os rumos das emendas parlamentares indicadas por ele. A PGR diz também que “as provas reunidas […] corroboram a acusação de que os réus constituíram organização criminosa voltada à destinação de emendas parlamentares para municípios em troca de propina”.
Não há dúvidas, para o MP, de que Maranhãozinho liderava uma “organização criminosa, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas”.
Os parlamentares se tornaram réus em março, em decisão unanime dos ministros da Primeira Tuma do STF. Diante do pedido da PGR, a ação penal segue para a etapa de instrução, havendo coleta de depoimentos testemunhais e interrogatórios, antecedendo o julgamento do mérito.






