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quarta-feira, abril 29, 2026

Mudanças climáticas e COP30 pelas lentes da Pedagogia

Workshop promovido por faculdade em Pedreiras (MA)


A COP30 passou e ainda que o que tenha sido discutido nela seja da nossa conta – afinal Pedreiras, Maranhão, também é parte de um mundo sob os impactos das mudanças climáticas – o assunto sequer entrou no ouvido. A rara exceção vem de uma faculdade privada, localizada no Bairro Maria Rita. A ousadia, ou melhor, workshop, como era de se esperar, teve assinatura do curso de Pedagogia. Com o tema “Educação, pesquisa e sustentabilidade: diálogos para a COP30”, a atividade, realizada nos dias 26 e 27 de novembro, mostrou que as mudanças climáticas são reais e a educação, em seus diferentes níveis, não pode ficar vendo a banda passar.

O evento contou com a participação de Vicente Camilo, especialista em sustentabilidade. Para ele há lugar para a educação quando as mudanças climáticas são postas no centro da sala.

Foto: Joaquim Cantanhêde

“Os diálogos sobre sustentabilidade, meio ambiente, são sempre válidos. Trazer conhecimento sobre a COP30, questões ambientais, é construir ideias, uma sociedade mais sustentável e mais respeitosa com o meio ambiente. As condições climáticas que estamos enfrentando, nos últimos tempos, são desfavoráveis. Se não pararmos para repensar nossos atos, nós vamos padecer”, alertou geógrafo, ao OP.

O workshop foi uma ideia desenvolvida pela turma do oitavo período no âmbito da disciplina de Pedagogia e Empreendedorismo, explica a professora Cristhiane Sampaio, coordenadora de pesquisa e extensão da FEMAF. Com a definição temática outras ideias foram surgindo.

Foto: Joaquim Cantanhêde

“Tema pertinente e relevante para a nossa formação, enquanto profissionais da educação, em entender a importância de cuidar do meio ambiente. Trazer essa discussão para as nossas crianças”, frisou Cristhiane Sampaio, numa visão, a semelhança do que apontou Vicente, em que a educação é uma das saídas para os desafios ambientais que comunidades atravessam.

Foto: Joaquim Cantanhêde

“Não adianta a gente querer um mundo perfeito, que pareça um paraíso, se a gente não faz por onde”, argumentou Gabriela Zanin. “Queremos, de fato, direitos que ajudem a preservar o meio ambiente”, enfatizou a acadêmica do segundo período do curso de Pedagogia.

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Joaquim Cantanhêde
Joaquim Cantanhêdehttp://www.opedreirense.com.br
Jornalista formado pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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