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segunda-feira, abril 15, 2024

Um “sim” com tradição e justiça: o primeiro casamento comunitário indígena do Maranhão

DIREITO


“É uma visão diferente para nós, povos indígenas, poder se casar de vestido. É uma experiência nova”, diz a noiva Celiana Krikati, em reportagem do Jornal Nacional. Ela é parte de um grupo, formado por 53 casais, que participaram do primeiro casamento comunitário indígena do Maranhão. Um misto das tradições cultivadas na Aldeia São José (Montes Altos), território do povo Krikati, somado ao casamento civil como direito garantido.

Tudo começou com uma audiência pública promovida pelo Comitê da Diversidade do Tribunal de Justiça do Maranhão. “Assegurar o respeito aos direitos fundamentais aos diversos grupos da sociedade, mediante o acesso à justiça contra qualquer tipo de preconceito, violência e discriminação, tais como racismo, sexismo, lgbtfobia, etarismo, capacitismo e gordofobia”, destaca o TJ-MA. O casamento comunitário foi uma das reivindicações da população indígena durante os diálogos sobre acesso à Justiça.

Além da presença do Presidente do TJMA, Des. Paulo Velten, o evento foi vivenciado pelo Corregedor Geral da Justiça, Des. Froz Sobrinho e demais autoridades que realizaram a união dos casais.

“Porque do reconhecimento do casamento, da união deles, também surge direitos, inclusive previdenciários com a morte de algum deles”, explica a juíza Adrian Chaves, na reportagem do JN.

Confira as fotografias!


Primeiro Casamento Comunitário Indígena do Maranhão
Fotos: Ribamar Pinheiro

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Joaquim Cantanhêde
Joaquim Cantanhêdehttp://www.opedreirense.com.br
Jornalista formado pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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