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sábado, julho 20, 2024

A cheia do Mearim: um rio que sempre volta [atualizado]

Informações atualizadas diariamente a partir de dados fornecidos pelo poder público

Na cheia do rio Mearim vidas se encontram, todas elas envolvidas numa desordem fruto de uma natureza ordenada, de alguma forma impactadas por um fenômeno que, anualmente, alaga as ruas ribeirinhas da cidade de Pedreiras, Maranhão. Nossa equipe acompanhou a chegada das primeiras famílias ao CAIC, que até o ano passado era espaço de trabalho da administração municipal. Agora a ocupação é outra.

Nas imagens, recortes da luta do voluntário Luiz Felipe, o relato da ribeirinha Martinha Ferreira e os números da cheia.


A quadra de esportes do Goiabal é uma velha conhecida dos ribeirinhos impactados pela enchente do rio Mearim, que banha a cidade de Pedreiras, Maranhão. É nela que 11 famílias, até o momento, são abrigadas diante de uma cheia que já atinge 240 pessoas. Cabe ao poder público, contudo, promover políticas públicas para além do abrigo.


O período chuvoso chegou em Pedreiras e como ele o sinal de alerta às comunidades que margeiam o Rio Mearim. Por aqui, o fenômeno natural mobiliza o poder público, que tem, diante se si, o desafio de colocar em prática o Plano de Contingência elaborado em conjunto com a Defesa Civil.

Na matéria “Mearim: um rio que sempre volta”, mostramos os primeiros impactos da cheia por meio de imagens e dados divulgados pelo poder público.



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Joaquim Cantanhêde
Joaquim Cantanhêdehttp://www.opedreirense.com.br
Jornalista formado pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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