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domingo, abril 14, 2024

Conselho de Saúde de Pedreiras tarda em concluir investigações sobre as condutas adotadas pela saúde pública no caso Benjamin

Você teve acesso, no jornal O Pedreirense, à história do pequeno Benjamin Kenedy, filho de Pauleana da Conceição Saturnino e Kennedy Anderson, que morreu, aos quatro meses, após uma saga pela sobrevivência que o levou ao Hospital Geral de Pedreiras, Hospital Macrorregional de Alto Alegre, Hospital da Criança Dr. Odorico de Amaral Matos, em São Luís, Maranhão. Benjamim faleceu (03/02) em decorrência de uma broncopneumonia, após haver retornado ao Hospital Geral de Pedreiras, segundo nota emitida pela Secretaria de Saúde.

Seguindo na cobertura, participamos de uma reunião do Conselho de Saúde de Pedreiras, realizada na quinta-feira (10), que tratou, inclusive, do caso Benjamim. A investigação patina, sendo necessária, pois a família aponta, como causa da morte, suposta negligências médicas, e a questão deve parar na justiça. O processo investigativo, conduzido pela Comissão dos Serviços de Acompanhamento de Saúde, do CMS, pouco avançou rumo à uma conclusão. A família teria sido ouvida e a Secretaria de Saúde teria entregue os documentos necessários referentes ao caso. O Hospital Macrorregional de Alto Alegre e Hospital da Criança ainda não foram procurados. Presente, a Promotora de Justiça Marina Carneiro cobrou celeridade. Com tantos conselheiros mantendo algum vínculo com a atual gestão, pode se esperar uma apuração livre de qualquer tipo de interferência?

Reunião do Conselho de Saúde de Pedreiras, Maranhão, na quinta-feira, 10 de março (Foto: Joaquim Cantanhêde)

“Esta comissão é bem difícil de se lidar. Um processo como esse, você pegar no meio do caminho… Vão haver algumas dificuldades, porque foi documentado sobre o que a mãe falou, pessoas com as quais já sentaram para decidir algumas questões. Para pegar um processo desses e dar continuidade, a gente vai precisar conhecer”, destaca o pastor José Jamil de Sousa Freitas, que fica à frente das apurações na comissão, diante da desistência do conselheiro Simão Reis, que por motivos pessoais abriu mão do caso Benjamin, repassando a tarefa para o pastor.

Entenda o caso assistindo a reportagem A morte do pequeno Benjamin: o berço, o luto e a indignação”.

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Joaquim Cantanhêde
Joaquim Cantanhêdehttp://www.opedreirense.com.br
Jornalista formado pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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