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domingo, abril 14, 2024

Impacto da pandemia e a tendência universitária

Para os estudantes de terceiro ano do ensino médio, escolher um curso para sua profissão sempre foi um dilema, e agora neste momento pandêmico, onde as aulas são à distância por intermédio de plataformas, parece ficar mais distante ainda a decisão precisa do que escolher.

Os cursos da saúde sempre foram visados por aqueles que buscam uma estabilidade financeira e durante a pandemia, mesmo em meio tanta inconstância, os cursos de ensino superiores para as áreas a fins cresceu de forma exponencial. Uma pesquisa realizada pela Educa Insights, divulgada pela ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior) apresenta o crescimento exponencial por cursos da saúde.

Em outubro de 2019 foi divulgado pelo INP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas) o crescimento que saltou de 17,1% para 31,4%. Para Rafael Antunes, diretor pedagógico do colégio Oficina do Estudante, afirma que os vestibulandos tendem a observar os profissionais de saúde como referências em termos de exemplo, e agora, isso tem refletido especialmente nas ferramentas tecnológicas. Cursos como Enfermagem, Psicologia, Educação Física, Biomedicina, Fisioterapia e Nutrição estão em alta neste momento pandêmico. O aumento é notado nas modalidades presenciais e a distância. Foi observado o crescimento de 4,7% somente em cursos presenciais em 2021.

Fonte: Pesquisa Primária Onda 5 – Coronavírus e Ensino Superior: o que pensam os alunos – Abmes/Educa Insigths

Esse cenário nos faz lembrar como a população tende a seguir o cunho momentâneo, onde durante e após o governo Collor, os estudantes teve como tendência cursos voltado para Economia e Administração. Durante o governo Lula, com a mudança nos cargos e salários dos servidores, a população passou a investir em concursos públicos e novamente a tendência foi trocada para áreas como Direito e Gestão Pública. Agora neste momento marcante do impasse da saúde pública, mais uma vez a geração mudou e o pensamento de seguir tendências continua enraizado.

Por Rogério dos Reis Bezerragraduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Brasília, pós-graduado em Logística e Marketing pela FTP e graduando em Farmácia pelo Centro Universitário IESB.

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