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segunda-feira, abril 15, 2024

A nota distópica da FAMEM: entidade presta solidariedade a prefeito acusado de agredir cidadão

“Prestar apoio e solidariedade ao prefeito do município de Cantanhede, @zemartinhokabao, que tem sido exposto como se tivesse agredido um cidadão em um vídeo no qual aparece apenas um trecho do litígio ocorrido no último sábado (17), editado para favorecer a tese de que o prefeito seria o agressor”, este é o trecho que abre a nota diatópica emitida pela Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), num posicionamento a favor de gestor acusado de agressão.

O caso teria acontecido no sábado (17), em Cantanhêde, município maranhense a 124 km da capital. Um dos envolvidos seria José Martinho dos Santos Barros (PDT), prefeito da cidade.


De acordo com o jornal O Imparcial, “as agressões teriam começado devido sua gestão ter passado com o trator em um terreno com a alegação de abertura de uma rua. Um dos agredidos, identificado como Leandro Martins, afirma ser o dono do terreno e ter documentação legal. A outra vítima é irmão dele, identificado como Cleiton Martins”.

A nota na íntegra abaixo:

A Federação dos Municípios do Estado do Maranhão – FAMEM – vem prestar apoio e solidariedade ao prefeito do município de Cantanhede, @zemartinhokabao , que tem sido exposto como se tivesse agredido um cidadão em um vídeo no qual aparece apenas um trecho do litígio ocorrido no último sábado (17), editado para favorecer a tese de que o prefeito seria o agressor.

Após analisar todos os registros do caso, a diretoria da FAMEM identificou que claramente o senhor que diz ser dono de um terreno onde a prefeitura abriu uma via para facilitar o acesso dos moradores do Bairro Cajuí ameaçou a equipe da gestão municipal, afirmando que iria pegar uma arma de fogo em seu veículo para utilizar contra os agentes públicos. Nos vídeos ficam claras as falas do cidadão: “Vou pegar meu revólver” e “dar logo um tiro nele”.

O motorista do prefeito, que já recebido uma agressão física, tentou impedir que o agressor chegasse até o veículo e cumprisse a ameaça.

Como todos os envolvidos estavam com os ânimos exacerbados, é importante frisar que o prefeito José Martinho não estava ali brigando por causa particular, mas para que uma área pública não fosse indevidamente privatizada. Ou seja, o prefeito estava discutindo para beneficiar a população de Cantanhede com a Rua aberta pela prefeitura e fechada pelo cidadão que alegou ser parte de seu terreno, impedindo que os munícipes pudessem trafegar pelo local.

Vários moradores antigos do bairro confirmam que o terreno estava abandonado há muitos anos e, de repente, este cidadão apareceu dizendo ser dono do local.

Esperamos que a opinião pública entenda que, embora tenha se exaltado – e já pediu desculpas públicas pelo fato – o prefeito José Martinho o fez diante de uma gravíssima ameaça.

Seguimos acompanhando o caso e esperando o melhor desfecho para a população de Cantanhede, que espera ter o acesso a esta via pública.

FAMEM

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