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quinta-feira, abril 16, 2026

Jornalismo independente do OP é destaque em revista internacional

Do Médio Mearim pro mundo


Em inglês, espanhol e português. No ano em que o jornal O Pedreirense comemora cinco anos, o trabalho de sua equipe é destaque na LatAm Journalism Review, “revista trilíngue digital publicada pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, na Moody College of Communication da Universidade do Texas em Austin”.

Na reportagem, Mariama Correia, que é jornalista e coordena a pesquisa do Atlas da Notícia no Nordeste do Brasil, apresenta veículos digitais cuja atuação se destaca ante cenários locais marcados por escassez no que diz respeito ao acesso à informação.

“Publica reportagens investigativas, colunas de opinião e entrevistas em vídeo. Eles são um dos veículos digitais no Brasil que estão transformando suas regiões de desertos de notícias em oásis de informação”, descreve Correia, em referência ao OP.

Um dos cofundadores do jornal, Joaquim Cantanhêde, que foi entrevistado, externou felicidade com a publicação e o reconhecimento.

“Costumo dizer que o OP é um pássaro desengaiolado. Cuidamos dele com o máximo de zelo, mas essa repercussão, por exemplo, mostra que nosso trabalho chega a lugares geograficamente distantes do lugar ao qual se lança. Não importa o idioma, é cria nossa, o conhecemos bem. Um trabalho de equipe e cada leitor é parte disso”, ressaltou Cantanhêde.

Ao longo do texto Mariama também descreve um cenário ainda marcado por uma carência no que tange jornalismo local profissional.

“Nordeste é a região do país com o maior número de desertos de notícias, segundo o censo do jornalismo Atlas da Notícia, divulgado em julho. Nove a cada 20 municípios são desertos de notícias, o que significa que quase 21 milhões de pessoas no Brasil não têm acesso a informações sobre sua região que tenham sido verificadas jornalisticamente”.


IMPORTANTE

“Até pouco tempo atrás, a cidade de Pedreiras, no interior do Maranhão, Nordeste do Brasil, não tinha jornal, emissora de rádio ou site de notícias local”.

Sobre esse trecho, tão logo informados por Mariama, encaminhamos a seguinte mensagem:

Rádio aqui historicamente tem força. Só a mais ouvida tem trinta anos e inclusive consta nos dados do Atlas. Jornais já tivemos alguns, do impresso ao televisivo”.

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